A tia e prima da jovem foram encaminhadas à delegacia para prestar esclarecimento, após a médica relatar que a vítima admitiu ter consumido a droga com as familiares
No hospital, ela foi medicada novamente e permaneceu em observação, na companhia da sua tia. A responsável confirmou ter presenciado sua filha e sobrinha utilizar maconha em sua residência e quando a médica questionou sobre a gravidade da situação, ela fugiu do hospital. A vítima continuou sendo monitorada, pois estava com os sinais vitais alterados, com febre e taquicardia.
Em seguida, seu quadro piorou rapidamente, e foi necessário realizar reanimação cardiopulmonar (RCP), após ela sofrer uma parada cardiorrespiratória. Sem sucesso, a morte foi constatada. Com base no depoimento da médica, e com indícios de autoria por parte das duas familiares, a PM foi até a residência, no bairro Nossa Senhora de Lourdes, onde indagou as duas sobre o fornecimento de drogas para adolescente.
Ambas confirmaram a história de que a prima havia fumado o baseado com a vítima, e a tia presenciado o consumo. Os policiais registraram um boletim de ocorrência e encaminharam a dupla para prestar esclarecimentos na delegacia de Polícia Civil de Braço do Norte. O corpo da adolescente foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML).
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Cristiano Léo Fabiani, o inquérito policial foi instaurado. "Apenas os exames do IML poderão delinear qual foi a causa da morte, se ela de fato utilizou maconha, ou outras drogas. Todos esses detalhes ficarão a cargo da perícia. A partir dessa informação, a gente prossegue na colheita de outros elementos", esclarece. O prazo legal para a finalização do laudo é de dez dias. De qualquer forma, eu já intimei a comparecer na delegacia A tia e a prima já foram intimidas a comparecer novamente na delegacia, assim como a equipe médica que se envolveu de qualquer forma no atendimento.
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