Morcego com raiva foi identificado na semana passada, em Chapecó; última vítima da doença no Estado foi uma mulher, de 58 anos, em 2019
Divulgação O registro de um caso de raiva em um gato em Santa Catarina, em fevereiro deste ano, desperta alerta para cuidados de prevenção. A doença, que pode atingir animais e seres humanos, provoca a morte em até sete dias, já que não existe cura após a infecção.
Apenas em 2023, o Estado confirmou três casos no total. Além do gato doméstico em Orleans, no Sul do Estado, dois morcegos foram identificados com a doença, em Jaraguá do Sul e Chapecó. O último registro foi confirmado na última quinta-feira (6) e divulgado nesta segunda (10).
O último caso de morte por raiva em humanos no Estado foi em 2019. Na época, uma mulher de 58 anos contraiu a doença após ser mordida por um gato. Ela era moradora da área rural de Gravatal, no Sul do Estado. As informações foram confirmadas pela SES (Secretaria do Estado da Saúde).
O último caso de raiva registrado em um cão foi em 2016, em Jaborá, no Oeste catarinense. Já em 2006, um gato e um cachorro foram confirmados em Xanxerê, também no Oeste. No mesmo ano, Itajaí teve um caso em um cachorro. Apesar de o aparecimento da doença ser raro, os animais devem ser vacinados anualmente contra a raiva.