Ministra pediu desculpas aos brasileiros pelo papel(ão) tem exercido no país
Não desculpo, ministra Cármen Lúcia. Não desculpo. Como cidadão, o que senti não foi apenas vergonha; senti nojo. No alto da minha insignificância, preciso dizer com clareza: a senhora participou dessa patifaria desde o início.
A sua atuação no Supremo Tribunal Federal e no Tribunal Superior Eleitoral acumula decisões que ferem a democracia e a imparcialidade que se esperaria da Suprema Corte:
Inabilitação Política Disproporcional: A senhora votou a favor da inelegibilidade do maior líder da direita no país por conta de uma simples reunião com embaixadores, utilizando o peso do Estado para retirar do processo eleitoral a principal oposição do país.
A senhora deu aval a medidas de censura contra personalidades e veículos de comunicação independentes, intervindo diretamente na liberdade de expressão e desequilibrando as eleições de 2022.
A senhora se omite e não se posiciona contra o inquérito das "Fake News", uma ferramenta ilegal que serve abertamente para perseguir e silenciar adversários políticos do ministro Alexandre de Moraes.
A senhora se aliou à banda podre do STF para condenar, com penas absurdas e cruéis, idosos, mães, pais de família e pessoas simples que jamais tiveram a capacidade ou o intuito real de dar um golpe de Estado.
Portanto, ministra, com todas as vênias, eu não só não desculpo, como reitero o sentimento que hoje é partilhado por uma enorme parcela dos brasileiros: repulsa e nojo pela instrumentalização da justiça.