Tubaronense Camila Nunes Marques, manifestante do "08 de janeiro", conseguiu liberdade humanitária nesta sexta-feira (08)
O grande teatro ditatorial promovido em torno das manifestações no dia 08 de janeiro de 2023 parece estar chegando ao fim. O Congresso Nacional criou vergonha na cara, aprovou o PL da Dosimetria e aos poucos, cidadãos que estavam sendo mantidos em cárcere pelo estado estão sendo soltos.
Muitos perderam empresas, família, amigos... Minha amiga, Camila Mendonça Marques perdeu tudo isso, menos a fé e uma equipe jurídica, capitaneada pelo doutor Henrique Falchetti, comprometida.
Ver a mente doentia de alguém que deveria guardar a constituição perseguir pessoas como a Camila, com OAB, associação de magistrados, classes políticas e empresariais quietos, submissos aos devaneios de um ditador de toga, evidencia que o Brasil está longe de ser uma Venezuela, pois lá sim há liberdade.
A Camila não foi foi a Brasília pra dar força a um golpe de estado. Ela foi para defender bandeiras que acreditava. Qual o problema disso? Não existe uma evidência sequer de que tenha cometido qualquer ato de vandalismo (isso não é opinião, está nos autos), está com problemas sérios de saúde, mesmo assim teve sua dignidade destruída.
A justiça começou a ser feita. Nesse primeiro momento, só pode ter contato com familiares próximos e advogados. Doutor Henrique vai tentar um "semi-aberto" para que ela possa voltar a trabalhar e ter sua dignidade restituída. Mas fica uma pergunta: quem vai pagar esses dois anos perdidos? Se o Brasil fosse um país sério, aqueles que perseguiram impiedosamente os manifestantes.
Mais do que nunca, as eleições de 2026 são essenciais para a sobrevivência dos brasileiros e da liberdade.