Só em 2022, a CCR Via Costeira lucrou mais de R$112 milhões no trecho sul da BR101
Os deputados estaduais Pepê Collaço (Progressistas) e Sérgio Guimarães (União) utilizaram suas redes sociais para protestar com o descaso das concessionárias nas filas registradas, nas últimas semanas, nas praças de pedágios da da BR101. A lei determina que a tolerância é de 200 metros de fila ou 10 minutos, caso contrário as empresas deverão liberar a passagem dos véiculos, o que não vem acontecendo.
“Observamos que tais congestionamentos têm se formado não em virtude de acidentes ou situações emergenciais, mas pela aparente insuficiência de cabines em operação para atender a demanda de veículos. Essa situação tem causado grandes transtornos aos usuários, com extensas filas e atrasos que impactam diretamente o transporte de pessoas e mercadorias, gerando prejuízos econômicos e sociais, além de comprometer a qualidade do serviço de concessão rodoviária”, observou o deputado Pepê Collaço, que enviou um ofício a CCR Via Costeira, questionando tal situação.
Já o deputado Sérgio Guimarães levou até a praça de Laguna o Procon, para que a lei fosse cumprida. “É uma vergonha o que estão fazendo com o povo e ninguém diz nada, mas não vou me calar sobre esse desrespeito com quem já paga muito para usar a BR101”, enfatizou o parlamentar.
A CCR Via Costeira, que administra o trecho sul da BR101, faturou "limpinho" R$112 milhões, em 2022. É muito dinheiro pra pouca resposta a população.