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Retorno do transporte coletivo é adiado

Retorno do transporte coletivo é adiado

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O retorno do transporte coletivo de passageiros na região da Amurel está adiado, diante da necessária definição dos protocolos em saúde pública, que virá por uma ferramenta tecnológica que o Estado disponibilizará e ainda não o fez. Esta definição foi realizada em assembleia geral extraordinária da Amurel, realizada por videoconferência nesta tarde desta sexta-feira (5).

A retomada do transporte público estava prevista para a próxima segunda-feira (8). Porém, diante na não disponibilização da ferramenta tecnológica pelo governo do Estado, os prefeitos não tiveram outra alternativa senão o adiamento. A análise dos riscos de contágio e informações regionais sobre a Covid-19 é determinante para a decisão, conforme definido no decreto do governo estadual.

O momento é delicado diante da pandemia do coronavírus e os municípios precisam ter cautela na definição do protocolo, buscando preservar sempre a saúde pública.
O prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, lamentou o adiamento e destacou que o ato representa mais sofrimento à população, que aguardava a medida. “Mais uma vez os prefeitos foram pegos de surpresa por uma medida do Governo Estadual que não se concretizou. Os usuários do transporte coletivo, que já são bastante prejudicados com a atual situação, terão que esperar até que seja possível definirmos a esperada volta da atividade”, enfatizou.

A ferramenta visa a classificação por nível de risco e apontará a prioridade de atuação na área da saúde. Cumprindo a orientação dos prefeitos, a Amurel criará neste final de semana, através de ato administrativo, um comitê extraordinário de acompanhamento da pandemia na região.

Este grupo será composto por um representante da Vigilância em Saúde de cada município, a fim de analisar os dados sanitários e viabilizar o retorno desta atividade até o dia 15 de junho.

Com base no trabalho deste comitê e nos dados a serem disponibilizados pela ferramenta do governo do Estado serão elaborados os protocolos, que precisarão passar pela validação da Vigilância Sanitária Estadual e do Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes).