Principal Blog Nilton Veronesi Por quê não utilizar energia solar e GNV em repartições e veículos públicos?
Por quê não utilizar energia solar e GNV em repartições e veículos públicos?

Por quê não utilizar energia solar e GNV em repartições e veículos públicos?

0
0

É recorrente ouvir governantes falarem, que sobra pouco dinheiro para investimento, que o orçamento é engessado, etc. O que é feito para otimizar esse “pouco”? Cito dois exemplos: energia elétrica e combustível. Cito como exemplo, também, a Prefeitura de Tubarão, porém o exercício pode ser feito com a maioria dos mais de 5.560 municípios brasileiros. Aliás, o exercício pode ser feito com os gastos de quaisquer órgãos públicos.

Os tubaronenses, em 2020, pagaram cerca de R$4 milhões para a Celesc, a maior parte desse montante, R$3 milhões, foi fornecimento de energia para a iluminação pública (Cosip). O restante, R$1 milhão, para custear a energia das repartições: câmara de vereadores, secretarias, postos de saúde, arena, escolas, etc.

Em 2020, estas estruturas gastaram:

Fundação de Esportes (Arena Multiuso) – R$117 mil

Fundo para manutenção de câmeras de segurança e smeáforos – R$99 mil

Escolas e creches municipais – R$ 124 mil

Policlínica e postos de saúde – R$238 mil

Aproximadamente R$578 mil, com energia elétrica. É difícil pensar que, uma cidade no tamanho de Tubarão tenha alguns destes equipamentos com placas de energia solar, de repente até com uma Parceria Público Privada?

A mesma coisa acontece com o combustível. Foi consumido cerca de R$1,5 milhão com um posto de combustíveis. Porquê os veículos novos, adquiridos através da PMT (sempre bom lembrar, com o nosso dinheiro), não vêm com GNV? Muito mais barato e emite muito menos dióxido de carbono na atmosfera.

Meio ambiente, sustentabilidade, pouca grana para investimento… Só discurso fácil.