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Maus tratos de animais é o crime ambiental com mais denúncias em Criciúma

Maus tratos de animais é o crime ambiental com mais denúncias em Criciúma

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O maus tratos de animais é o crime ambiental com maior número de ocorrências em Criciúma. De 2019 a 2021 a Famcri (Fundação do Meio Ambiente de Criciúma) registrou 1.123 denúncias na cidade do Sul de Santa Catarina.

“São maus tratos a falta de atendimento as necessidades naturais, físicas e mentais dos animais, relacionadas com as cinco liberdades, que são a garantia dos animais serem livres de medo e estresse, fome e sede, desconforto, dor e doenças e terem liberdade para expressar seu comportamento natural”, explicou a fiscal da Famcri, Jade Martins Colombi.

Os dados fazem parte de um balanço divulgado pela Famcri na última quinta-feira (12). Ao todo, o órgão municipal registrou 3.580 denúncias de crimes ambientais entre 2019 e 2021.

Previstos na Lei Federal nº 9.605 de 12 de fevereiro de 1998, além de maus tratos de animais, os crimes registrados em Criciúma são queimadas, poluição sonora, disposição inadequada de resíduos sólidos, corte irregular de vegetação, despejo irregular de efluentes líquidos e empresas sem licenciamento ambiental.

“A Famcri faz o monitoramento, o controle, a investigação e a vigilância para impedir o estabelecimento ou a continuidade de atividades e/ou condutas consideradas lesivas ao meio ambiente, ou ainda, daquelas que foram realizadas de forma inadequada com o que foi autorizado”, explicou o presidente da Famcri, Robson Izidro.

A população pode denunciar os crimes ambientais por meio do telefone 3445-881, que também é WhatsApp, pelo e-mail: famcri@criciuma.sc.gov.br, pelo aplicativo Rever, presencialmente, na Rua Henrique Lage, 1873, Santa Bárbara, ou via Ouvidoria no 156.

Para realizar a denúncia é necessário algumas informações básicas, como a descrição resumida do fato, da localização, de canais de comunicação para receber a resposta da solicitação, caso tenha provas (fotos, vídeos, documentos) encaminhar aos fiscais para auxiliar na investigação.

Com informações do site NDMais