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Mais uma intervenção com base no “achismo”

Mais uma intervenção com base no “achismo”

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A esquina da Avenida Expedicionário José Pedro Coelho com a Rua Pe. Nóbrega terá sistema semafórico. Por que não uma rótula? O cidadão vem do Capiva, ou da BR-101, e poucos metros a frente vai parar mais uma vez. Pela margem direita, na principal avenida da cidade, o equipamento no cruzamento que dá acesso a Ponte Paulinho May é uma rotatória. Por que não na margem esquerda?

Há uns dois ou três anos o prefeito Ponticelli disse que um “estudo de trafegabilidade estava no forno”. O secretário de Segurança, Trânsito e Patrimônio, Evandro Almeida, falou a mesma coisa meses atrás, em entrevista ao Programa Papo Café.

Segundo o gerente de trânsito da PMT, Dionísio de Quadros, um dos motivos para não implantação de uma rotatória é o grande movimento de carros naquela região. “Vai ter um grande fluxo de veículos, ônibus e tudo mais. Outro motivo é que a Rua Pe. Nóbrega é muito estreita e não teria ângulo para fazer a conversão. Se optou pelos semáforos também para dar segurança aos usuários da pista”, explicou Dionísio.

Continuo com a opinião que metade dos problemas de trânsito na cidade seriam resolvidos com o bom senso dos motoristas e sem o achismo do poder público na organização das vias. Talvez, se o estudo de trafegabilidade estivesse em mãos, o local da ponte nem seria aquele. Mas isso é um pitaco também.

Falando em mudanças sem explicação, tô tentando entender até agora porquê não tiraram a faixa de pedestre em frente o Giassi Supermercados, após a instalação do “Lombadão da PróVida”. Qual sentido ter duas interrupções em pouco mais de 20 metros?