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Com ocupação de 97% em hospitais, SC tem 60 pacientes com Covid-19 à espera de leito de UTI

Com ocupação de 97% em hospitais, SC tem 60 pacientes com Covid-19 à espera de leito de UTI

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Santa Catarina chegou a 1.015.723 casos confirmados de Covid-19. Segundo o boletim estadual divulgado na noite de quarta-feira (16), a doença foi responsável por 16.136 mortes. Com o avanço da pandemia, há 60 pessoas na fila de espera por um leito em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Os hospitais continuam cheios e a taxa de ocupação adulto em UTIs é de 97% (veja os detalhes por região no mapa abaixo). Segundo o estado, 23.146 pessoas estão em tratamento contra a doença e podem transmitir o vírus.

Há 54 mortes a mais em comparação com o boletim de terça-feira (15). O total de confirmados com a doença aumentou 3.278, enquanto 3.016 pessoas passaram a se enquadrar nos critérios para serem consideradas recuperadas. Esses dados resultam numa alta de 208 no número de casos ativos em 24 horas.

Taxa de ocupação de leito adulto em UTI no estado de Santa Catarina — Foto: SES/Divulgação

Taxa de ocupação de leito adulto em UTI no estado de Santa Catarina — Foto: SES/Divulgação

Fila de espera por leitos

Veja abaixo, por região, quantos pacientes em Santa Catarina esperam por um leito de UTI Covid:

  • Grande Oeste (região de Chapecó) – 4
  • Meio-Oeste (região de Joaçaba) – 14
  • Serra (região de Lages) – 4
  • Norte (região de Joinville) – 12
  • Vale do Itajaí (região de Blumenau) – 0
  • Foz do Rio Itajaí (região de Itajaí) – 0
  • Sul (região de Criciúma) – 25
  • Grande Florianópolis – 0

O total é de 60 pessoas.

Matriz de risco

Matriz de risco em SC no dia 12 de junho de 2021 — Foto: SES/Divulgação

Matriz de risco em SC no dia 12 de junho de 2021 — Foto: SES/Divulgação

Santa Catarina voltou a ter todas as 16 regiões de saúde em risco gravíssimo para a Covid-19, segundo a matriz divulgada pelo governo do estado no sábado (12). A situação piorou nas regiões da Grande Florianópolis, Médio Vale do Itajaí e Nordeste, que antes estavam classificadas como grave.

O mapa, divulgado semanalmente, determina quais são as atividades e os serviços estão liberados ou não em cada região. Com a mudança, estabelecimentos alimentícios e de lazer, como bares e restaurantes, por exemplo, alteraram o horário de abertura e o número de pessoas permitidas nos locais.

Com informações do G1