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Hercílio Luz atua na quitação de dívidas

Hercílio Luz atua na quitação de dívidas

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Um dos grandes projetos do Hercílio Luz para este ano é o saneamento financeiro do clube. Sem isso, é difícil administrar e investir onde o torcedor quer: o futebol. Ter a casa em ordem traz segurança para construir e concretizar outros grandes projetos do Leão do Sul: a construção da nova arena, mais moderna e com mais conforto para receber seus torcedores, e a reestruturação do clube para o recolocar em lugar de destaque no cenário esportivo catarinense.

Desde a venda do Aníbal Costa, adquirido pela 3-Sm Administração de Bens, de São Ludgero, no último dia 4, por aproximadamente R$ 12 milhões, a diretoria hercilista atua para limpar o nome do clube na praça. A dívida mais alta, pouco mais de R$ 400 mil, era do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) junto ao município. Esta semana o pagamento foi realizado.

“Trabalhar com dívida é a pior coisa do mundo. Você cobre de lado e descobre do outro. Ainda temos algumas coisas para acertar e o faremos nas próximas semanas”, relata o presidente do clube, Fábio Mendonça. Ações trabalhistas e dívidas com alguns fornecedores também foram quitadas. A meta do Leão é finalizar o pagamento do que ainda resta até, no máximo, o começo de julho.

Com a aproximação do próximo compromisso profissional do Hercílio Luz, a Copa de Santa Catarina, em setembro, a diretoria tem pressa em concluir o pagamento de todas as dividas para trabalhar com folga na formação da equipe.

Reformulação da loja

Em paralelo com o saneamento financeiro do clube, a diretoria do Hercílio Luz também segue adiante com o projeto de reestruturação da loja, anexa ao Aníbal Costa. A meta é deixar tudo pronto até o Dia dos Pais, em agosto. Além de reformular o espaço, a ideia é incrementar o mix de produtos para venda. Até julho os primeiros detalhes serão divulgados para os torcedores e para a cidade.

Nova arena

A diretoria do Hercílio Luz também está empenhada em encontrar um novo espaço para transferir o Aníbal Costa. O grupo busca um terreno com, no mínimo, dez hectares. Deste total, a ideia inicial é destinar três ou quatro hectares para o estádio. O restante será convertido no centro de treinamento e em um clube social para os sócios e torcedores.

Neste primeiro momento, algumas áreas no bairro São Martinho já foram olhadas pelos diretores. Contudo, existem outras alternativas que são estudas e podem ser viabilizadas.“Se tudo correr dentro do que planejamos, em breve anunciaremos algo mais definitivo”, promete o presidente Fábio Mendonça.

Foto: Hercílio Luz