Principal SAÚDE Santa Catarina registra terceira morte por gripe A neste ano
Santa Catarina registra terceira morte por gripe A neste ano

Santa Catarina registra terceira morte por gripe A neste ano

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O último relatório da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC), publicado nesta quinta-feira (3), revelou que o número de mortes por Gripe A no Estado subiu para três. Os casos foram registrados em Florianópolis, com dois, e São José, com um, e todos tinham mais de 50 anos. Até semana passada havia apenas uma fatalidade.

Dois dos pacientes tinham doenças crônicas e o terceiro não tinha nenhum fator de risco. O vírus de dois foi A H1N1 e o outro de H3N2. Na região da Amurel, por enquanto foram registrados cinco pessoas infectadas, sendo três em Tubarão e dois em Braço do Norte. Todos evoluíram para cura. Os postos de saúde já estão com as vacinas disponíveis para os grupos prioritários. No sábado, dia 12 de maio, haverá uma mobilização nacional de vacinação.

Dos 35 pacientes que tiveram gripe, a maioria tem entre 20 e 29 anos ou mais de 60, com oito em cada grupo. Os fatores de risco também ainda tem os maiores registros: seis são doentes crônicos, oito idosos, três gestantes e dois obesos. Quem não faz parte tem prioridade pode procurar a vacina em clínicas particulares.

De acordo com a Dive, entre maio a agosto, historicamente, há maior circulação do vírus. Em 2018, até o momento, os números estão dentro do limite histórico esperado para o período. Um dos maiores surtos foi em abril de 2016 quando foram registrados 281 casos, contra 42 em 2017 e 22 neste ano.

Quem tem direito de se vacinar?

  • Idosos com 60 anos ou mais de idade
  • Crianças com a faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos de idade
  • Gestantes
  • Puérperas (até 45 dias após o parto)
  • Trabalhadores da saúde
  • Professores das escolas públicas e privadas
  • Povos indígenas
  • Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional

Foto: Eduardo Zabot