Principal SEGURANÇA Operação prende 41 criminosos com atuação em Santa Catarina e Rio de Janeiro
Operação prende 41 criminosos com atuação em Santa Catarina e Rio de Janeiro

Operação prende 41 criminosos com atuação em Santa Catarina e Rio de Janeiro

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A Polícia Civil, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC), realizou uma operação em Tubarão nesta quinta-feira (12) com intuito de reprimir organizações criminosas. O trabalho faz parte de um esquema descoberto entre traficantes de Santa Catarina e o Rio de Janeiro.

 

No bairro Passagem, foi dado cumprimento a um mandado de apreensão contra uma adolescente de 15 anos, de Florianópolis, suspeita de integrar a facção. Em seguida, foi feita incursão em um condomínio, no bairro São João, com foco em abordagens em suspeitos de atuarem no tráfico de drogas.

No bairro Morrotes, foi dado cumprimento a um mandado de busca e apreensão, que resultou na apreensão de um revólver calibre .38 com seis munições. O proprietário foi preso em flagrante. Durante o dia também foram realizadas abordagens de suspeitos em outras áreas da cidade onde membros da facção criminosa atuam no tráfico de drogas.

A ação prendeu pelo menos 41 criminosos nos dois estados. No total, 435 policiais civis foram mobilizados para cumprir 99 mandados de busca e apreensão, 77 mandados de prisão temporária e quatro internações de adolescentes.

“Foram 29 presos, 3,8 quilos de drogas (maconha e crack) e 74 mandados de busca e apreensão. Considero uma operação bastante exitosa mas que ainda está em andamento em algumas cidades e novas prisões ainda podem ser feitas”, destacou o delegado-geral Adjunto, Luiz Ângelo Moreira.

O esquema foi descoberto a partir da localização de um pacote com seis quilos de maconha endereçado a uma pessoa que morava no Rio de Janeiro, pelos Correios. A partir deste fato os agentes da delegacia de Combate às Drogas (DECOD) começaram uma investigação e descobriram que os criminosos catarinenses tinha uma conexão com traficantes independentes do Rio de Janeiro. “O grupo fazia parte de uma organização baseada no Bairro Monte Cristo e com ramificação na Grande Florianópolis e as remessas eram mensais ou quinzenais, conforme a demanda”, explicou o delegado da DECOD, Attílio Guaspari Filho, que coordenou a operação.

Foto: DIC