E o bandeira?

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Percebi dezenas de críticas ao árbitro Célio Amorim após a péssima arbitragem deste domingo (18), na derrota do Tubarão para a Chapecoense por 2×0. Muitas delas, inclusive, ao lance de gol do Atlético, anulado – injustamente – pela arbitragem ainda no primeiro tempo.

O lance era do auxiliar número 2, Sandro da Silva Rocha. A diferença de visão entre ele e Célio é tremenda. Muitas vezes o árbitro de futebol leva toda a culpa por um conjunto de erros que muitas vezes nem são causados por ele.

Repito, a arbitragem de Célio Amorim foi péssima. Inverteu faltas e enxergou apenas o que queria, muitas vezes. Mas o lance do gol anulado não tem a sua digital. Tem, sim, a de Sandro, que, muito convicto, levantou a bandeira na hora em que Marcos Vinícius chutou a bola. E o lance era difícil.

Nos outros lances, o próprio técnico do Tubarão, Waguinho Dias, respondeu, na coletiva de imprensa, após o fim da partida. O gol da Chape não estava impedido e o pênalti de Jaílton (que de novo foi mal) existiu.

A carreira de Célio Amorim tem sido assim sempre. Toda escala rende polêmica. Em todo jogo há problemas. Acusá-lo de mal intencionado me parece grave. Vejo mais como um problema geral, de qualidade mesmo, que é ruim em Santa Catarina.

Enquanto isso, seguimos aguardando o árbitro de vídeo.

 

Foto: Divulgação/FCPlay