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Entidade sugere mudanças em estrutura de Passarela em Tubarão

Entidade sugere mudanças em estrutura de Passarela em Tubarão

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A participação da Associação Regional dos Engenheiros e Arquitetos do Vale do Rio Tubarão (Area-TB) nas discussões dos projetos de construção de obras em Tubarão já está rendendo frutos. No debate sobre o Termo de Referência, que visa a elaboração da Passarela em frente à Unisul, por exemplo, sugestões foram dadas pelos profissionais.

A prefeitura de Tubarão (PMT) não tem a obrigação de chamar para as discussões representantes da entidade. “Cabe a Area apenas opinar, dar sugestões. Nós temos conhecimento e uma visão direcionada”, comenta o presidente do órgão, Ney Francalacci. O debate que envolveu a secretaria de Urbanismo, Mobilidade e Planejamento da prefeitura na última semana contou com uma ideia da Associação. “Nós defendemos uma estrutura com vão livre, que não tenha pilares no leito do rio. Nesse caso, uma passarela de concreto com uma estrutura metálica seria uma ideia para aquela situação”, defende Francalacci.

O Termo de Referência que visa a construção da Passarela dá opção de que a obra seja de concreto ou de aço. “Se for de concreto tem que ter pilares no meio do rio, ou então a ponte tem que ser estaiada”, explica Ney. Todavia, a importância estética e histórica da construção, precisa ser levada em consideração. “Como é uma obra que vai ficar centenas de anos ali, ela vai impactar aquele local. Vai ficar como um cartão de visitas pra cidade. Então é importante que se opte por uma estrutura que embeleze o local”, conclui o presidente da Area-TB.

No início de janeiro a prefeitura de Tubarão anunciou que iria iniciar a revitalização da ponte pênsil em frente à Unisul. A construção da passarela de concreto não avançou por causa de “inviabilidades técnicas”, conforme a PMT. A empreiteira vencedora da licitação considerou impossibilidades no içamento das colunas de sustentação da estrutura no centro do leito do rio Tubarão e ausência da especificação dos custos de transportes desses materiais.

Crédito: PMT