Principal GERAL A importância da pesquisa na hora do material escolar
A importância da pesquisa na hora do material escolar

A importância da pesquisa na hora do material escolar

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Uma pesquisa de preços divulgada pelo Procon de Tubarão sobre os custos do material escolar nos estabelecimentos comerciais da Cidade Azul mostrou a diferença no valor nos produtos. Alguns itens da lista possuem variação de mais de mil porcento. No total, 10 lojas do município foram visitadas pelos servidores da prefeitura, que conferiram de perto o montante definido para 40 objetos que serão utilizados pelos estudantes em 2018.

Foram pesquisados os principais itens pedidos pelas instituições de ensino do município, nas principais lojas do ramo. O produto que apresentou a maior variação de preços foi a caneta esferográfica de ponta média. O produto custa R$ 0,25 em uma loja e chega a valer R$ 4,98 em outra. A diferença é de 1892%. O preço médio é de R$ 1,20. Já o caderno de caligrafia brochura vale R$ 0,50 em um comércio e R$ 6,90 em outro. Uma variação de 1280%. O preço médio é de R$ 2,82. Também houve variante alta no produto borracha escolar branca nº40 (1086,67%) e no caderno de desenho pequeno com brochura (1096%). Dos 40 itens analisados, 29 deles estão mais baratos em uma mesma loja.

A pesquisa comparativa foi realizada entre os dias 15 e 17 de janeiro deste ano. Os valores são informativos e podem sofrer reajuste sem aviso prévio. A lista completa está no site da prefeitura de Tubarão e é de responsabilidade do Procon, que fica na avenida Marcolino Martins Cabral, 226, no Centro. O telefone do órgão é o (48) 3621-9818.

Atualmente, o movimento educacional municipal em Tubarão acontece nos polos. São três em funcionamento, nos bairros Guarda ME, Humaita de Cima e São Luiz. Assim como no ano passado, porém, a frequência de alunos matriculados é pequena. A presença de estudantes não chega a 50% dos inscritos. Do total de 420 crianças inscritas, cerca de 200 têm, de fato, comparecido com frequência aos polos. Cerca de R$ 350 mil foram investidos

para manter os três polos abertos, calcula o diretor-presidente, “Os recursos poderiam ter uma melhor destinação. Acreditamos que pelo menos R$ 200 mil foram desperdiçados, valor considerável, que certamente poderia ser bem investido em diversas melhorias na nossa rede municipal”, atesta.

Foto: Divulgação/Noticom